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Chá Branco

20 de fevereiro de 2010.


Ainda pouco conhecido no Brasil, ele é ainda mais poderoso que o chá verde. Por ser menos processado, suas propriedades ficam mais concentradas e isso acelera os benefícios, como a queima de gordura do corpo.



NUTRIENTES
Contém manganês, potássio, ácido fólico e vitaminas C, K, B1 e B2.
Rico em substâncias antioxidantes.

FONTE DA JUVENTUDE
Entre todos os chás, o branco é o que apresenta maior concentração de polifenóis, entre outros antioxidantes. Essas substâncias ajudam a neutralizar os radicais livres, responsáveis pelo envelhecimento celular.

EMAGRECEDOR
Assim como o chá verde, o branco acelera o metabolismo e ajuda a eliminar a gordura corporal. Porém, ainda não se comprovou o quanto exatamente o chá branco é mais eficiente do que o verde para emagrecer. Pesquisas indicam que a versão verde aumenta a queima de calorias em cerca de 4%.

Os responsáveis, mais uma vez, são os antioxidantes presentes na Camellia sinensis (a planta que dá origem aos chás verde, branco e preto) e também à cafeína, entre outros compostos.

FORÇA PARA A BELEZA
Substâncias encontradas na Camellia sinensis ajudam a prevenir cáries, têm ação antiinflamatória e antigripal, ativam o sistema imunológico e regeneram a pele.

CORAÇÃO PROTEGIDO
O chá branco pode atuar na diminuição das taxas de LDL (o colesterol ruim que bloqueia as artérias), evitando problemas cardíacos, como aterosclerose e infarto.

ANTICÂNCER
Estudos feitos com ratos pelo Instituto Linus Pauling de Ciências e Medicina, da Califórnia, nos Estados Unidos, comprovaram a eficiência do chá branco em inibir mutações genéticas que podem originar o câncer.

Essa capacidade se deve à existência das substâncias bioflavonóides e catequinas. A cafeína presente no chá branco também ajudaria nesse processo.

COMO CONSUMIR
Pelo menos uma ou duas xícaras ao dia, quente ou frio, de preferência sem açúcar.

ONDE ENCONTRAR
Em lojas de suplementos nutricionais e de chás importados. Uma caixa com 20 saquinhos de chá branco importado da China custa cerca de R$ 30.

ORIGEM E DIFERENÇAS
É a versão menos processada do famoso chá verde (ou banchá). Ambos são produzidos a partir da planta Camellia sinensis, assim como o chá preto. Porém, o branco é coletado antes das flores se abrirem, quando há brotos cobertos por finos pêlos prateados que lhe dão uma cor clara verdeacinzentada. Esses brotos e as folhas da planta são cozidos ao vapor e submetidos à secagem. Ao contrário do verde e do preto, o chá branco não passa pela fermentação.

Após a infusão, possui cor amarelo avermelhado e sabor adocicado, porém sem gosto de capim.
Os principais países produtores são China, Japão e Índia.
A colheita para a produção desse chá se realiza em apenas dois dias por ano. Por isso, é raro e caro.

Camellia Sinensis

FONTE: WILSON RONDÓ JR., MÉDICO ORTOMOLECULAR, DE SÃO PAULO
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Chocolate

12 de fevereiro de 2010.


Chocolate é um alimento poderoso no aumento da libido e na redução da pressão arterial. Sabia para que aspectos da saúde servem o doce e o amargo.

Acabou-se a censura contra o chocolate. Tanto o doce quanto o amargo são ótimos para a saúde.De acordo com a revista científica “Journal of Nutrition”, algumas gramas de chocolate amargo por dia pode ajudar a reduzir os riscos de doenças cardíacas.

Segundo a pesquisa, compostos presentes no cacau como flavonoides, que é o principal ingrediente do chocolate, são os responsáveis pela ação benéfica do alimento. Os flavanoides impulsionam o aumento da produção de óxido nítrico – substância química produzida pelo corpo que atua no relaxamento e dilatação das artérias.

O consumo do chocolate enriquecido com os compostos ajudaria na redução da pressão sanguínea e da resistência à insulina, fatores que contribuem para diminuir o risco de doenças cardíacas.

Já o chocolate doce, é um excelente afrodisíaco. Ele estimula os neurotransmissores do prazer, melhora o humor e relaxa os músculos da vagina. O ideal, de acordo com o estudo, é consumir 30 gramas por dia, de preferência as versões com mais de 70 por cento de cacau.

Equipe Bem Star
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O LEITE QUE MATA AS MULHERES.




É a história da professora Jane Plant, geoquímica e chefe científica do British Geological Survey — uma prestigiada instituição pública britânica que se dedica à investigação em matéria de Geologia — pode constituir um significativo exemplo para muitas mulheres, já que ela sobreviveu a 5 tumores mamários e às práticas médicas convencionais para tratar o câncer e fê-lo, segundo ela mesma afirma, de uma forma muito simples, eliminando todos os lácteos de sua dieta.

A sua história é parecida à de muitas outras mulheres. Sentiu o mesmo pânico quando lhe diagnosticaram câncer de mama e confiada no bem saber e fazer dos oncólogos submeteu-se a uma mastectomía e à irradiação dos ovários porque lhe disseram que assim provocava-se a menopausa, suprimia-se a produção de estrogénio e se poderia curar o câncer, mas tudo resultou falso. De facto o câncer reproduziu-se até 4 vezes. Sofri a amputação de uma mama, submeteram-me a radioterapia e a uma quimioterapia muito dolorosa.

Vieram os mais eminentes especialistas do meu país mas no meu íntimo estava certa que estava enfrentando a morte. E estive quase a ponto de “atirar a toalha”, conta a professora Plant no seu livro “Your life in your hands” (A Tua Vida Nas Tuas Mãos) onde relata a sua própria experiência e explica como chegou à ideia que acabou por salvar a sua vida: Teve origem numa viajem de meu marido à China — conta em sua obra — comecei a pensar que a minha enfermidade era virtualmente inexistente em tal país. De fato só uma em cada 10.000 mulheres morre de câncer de mama na China enquanto que só no Reino Unido os números oficiais falam de uma em cada 12.

Então o meu marido — que também é cientista — e eu mesma, começámos a investigar sobre a forma de vida e alimentação dos orientais até que chegámos à ideia que me salvou a vida: as mulheres chinesas não tinham cáncer de mama nem os homens desenvolviam tumores prostáticos porque são incapazes de tolerar o leite e, portanto, não o tomam. E mais, sabemos que os chineses são incapazes de compreender a preocupação ocidental por tomar leite de vaca. Eles nunca o utilizam e muito menos para amamentar os seus bebés!

E se páras para pensar, não pode ser uma simples casualidade que, mais de 70% da população mundial tenha sido incapaz de digerir a lactose. Hoje creio que a natureza tenta avisar-nos a tempo, de que estamos comendo um alimento errado. Quando Jane Plant escreveu tudo isto, estava a fazer quimioterapia ao seu quinto tumor mamário. E foi então quando decidiu suprimir por completo a ingestão de lácteos, incluindo todos os alimentos que contêm algo de leite: Sopas, biscoitos, pastéis, margarinas, etc. E que sucedeu? — Em só uns dias - refere em seu livro — o tumor começou a encolher. Duas semanas depois da minha 2ª sessão de quimioterapia e uma semana depois de haver suprimido o leite e seus derivados, o tumor começou a picar-me. Logo abrandou e começou a minguar.

Umas seis semanas depois havia desaparecido. De facto meu oncologista, do Charing Cross — Hospital de Londres, no pôde reprimir um exclamar maravilhado: “Não o encontro!” quando examinou a zona onde havia estado o tumor. Pelo visto, não esperava que alguém com um câncer tão avançado — pois já havia invadido o meu sistema linfático — pudesse sobreviver. Felizmente, aquele oncologista conseguiu superar seu cepticismo inicial e na actualidade, recomenda uma dieta sem lácteos aos seus pacientes. Convencida de que deixar de tomar lácteos era o que lhe havia salvado a vida, Jane Plant decidiu partilhar os seus conhecimentos e sua experiência no livro antes mencionado. E de imediato, mais de 60 mulheres afligidas de câncer de mama se puseram em contacto com ela para pedir-lhe conselho.

E seus tumores também desapareceram. Ainda que não tenha sido fácil aceitar que uma substancia tão “natural” como o leite pudesse ter tais repercussões para a saúde —explica Plant — agora não tenho dúvida de que a relação entre os produtos lácteos e o câncer de mama é similar à que existe entre o tabaco e o câncer de pulmão. Mas não só isso porque, por exemplo, já em 1989 o Dr. Daniel Cramer da Universidade de Harvard, determinou que estes produtos estão implicados na aparição do câncer dos ovários. E os dados sobre o câncer da próstata conduzem a conclusões similares. A própria Organização Mundial de Saúde (OMS), afirma que o número de homens que padecem deste câncer na China, é de 0,5 por cada 10.000 enquanto que no Reino Unido o número é 70 vezes maior.

A chave está pois, sem dúvida, no consumo de lácteos. Para a professora Plant o leite de vaca é um grande alimento... mas só para os bezerros! E afirma, convencida, que a natureza não o destinou para ser consumido por nenhuma outra espécie! De facto estou convencida —conclui — de que salvei a minha vida por deixar de consumir leite de vaca. Só desejo que a minha experiência possa servir a mais mulheres e homens que, sem o saberem, podem estar, ou virem a estar, enfermos por causa dos lácteos que consomem.

Em seu livro, para além de detalhes da sua própria experiência e dados interessantes sobre suas investigações acerca dos efeitos do leite de vaca sobre nossa saúde, reconhecem-se uma série de recomendações nutricionais que se resumem em alimentar-se basicamente de leite de soja, chá de ervas, sementes de sésamo, tofú, nozes, muita fruta e verduras frescas.

Healing Hugs Always, Jeannette
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Vício por Remédios

9 de fevereiro de 2010.

Hipocondria apresenta riscos sérios para a saúde e bem-estar

Existem pessoas que, ao invés de se concentrar em adquirir e manter bem-estar, vivem envolvidos com um mundo de doenças. E o pior, sentem-se à vontade com isso.

Sem contar que sabem tudo sobre medicamentos, quando sentem uma simples e esporádica dorzinha de cabeça marcam consultas médicas e ainda: não saem das farmácias comprando remédios. Essas pessoas sofrem de hipocondria e merecem cuidados.

Em geral são indivíduos carentes, com tendência a depressão e ansiedade. É comum se automedicarem e, com isso, agravarem ainda mais o quadro. E apesar de não ser considerada uma doença pela Organização Mundial de Saúde (OMS), apresenta riscos sérios. Um dos maiores é misturar substâncias que não combinam, causando vários efeitos colaterais. Sem contar que remédios podem gerar dependência e intoxicações.

O tratamento depende do quadro do paciente. Se a doença estiver associada a um quadro de depressão, recomenda-se associar a psicoterapia com medicamentos antidepressivos. A duração do processo pode demorar até dois anos, mas isso vai levar em conta a vontade e a iniciativa de cada um.

Equipe Bem Star
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Louca vontade de comer à noite

6 de fevereiro de 2010.


É preciso equilíbrio na alimentação durante o dia, sem pular refeições...

Tem gente que passa o dia se controlando para manter uma dieta equilibrada, mas quando chega a noite, sofre de uma fome compulsiva. As causas para este comportamento são variadas e podem, de fato, atrapalhar a saúde e a boa forma.

Por isso, é preciso balancear a alimentação durante o dia, sem pular refeições, abusando das fibras e da água.

A causa mais comum para a fome noturna é a alimentação restritiva durante o dia, ou seja, pobre em quantidade, mas também, em nutrientes essenciais. Pode acontecer ainda como fuga de problemas emocionais e por falta de disciplina alimentar. É importante identificar a origem do problema.

Vale procurar um endocrinologista ou até mesmo uma terapia para resolver a situação.

E tenha sempre em mente: quanto mais tarde, mais leve deve ser a refeição. Afinal de contas, ao dormir, o organismo entra em metabolismo basal, ou seja, repousa. Os batimentos cardíacos, respiração e atividades celulares diminuem. O alimento noturno pode ficar retido no estômago muito mais tempo do que o normal. E se, mesmo depois da janta, o estômago continuar reclamando, vale optar por um pote de gelatina, uma xícara de chá ou uma fruta.

Equipe Bem Star
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Loiras, ruivas e morenas!

4 de fevereiro de 2010.


O cabelo é a moldura do rosto e ter cabelos bonitos é o sonho de toda a mulher. Pode ser ruiva, loira ou morena, todas nós temos os nossos cuidados especiais com os fios. No entanto, eles não são iguais para todas. Cada tonalidade pede um tratamento diferente. Com a ajuda do hair stylist Ruben Navarro do Walter’s Coiffeur, selecionamos as melhores dicas para as ruivas, loiras e morenas

Loiro: Geralmente são descoloridos, e, com isso, a necessidade da hidratação aumenta ainda mais. A tonalidade clara também deixa os fios quebrados mais amostra, e para ter cabelos desta cor, o cuidado com a saúde dos fios é muito importante. A base de sua estrutura é composta por uma proteína, a queratina, que se perde principalmente após processos químicos, exposição ao sol, sem os devidos cuidados, e falta de hidratação. Os sinais vão desde pontas duplas até falta de elasticidade, que leva à sua ruptura. A técnica de cauterização molecular com Renew C funciona como reconstrutor que devolve a queratina perdida e sela a cutícula, evitando, por algum tempo, que esta proteína se perca. Vale lembrar que depois de um processo químico como a descoloração, o cabelo perderá queratina e será necessária a realização de outra cauterização.

Ruivo: Quando são ruivos através de coloração, desbotam mais rapidamente e precisam de cuidados especiais para a durabilidade da tintura. Para eles, o Lifetex Color Protection é o mais indicado. O tratamento devolve o brilho e prolonga a intensidade da cor por mais tempo. O complexo protetor com a vitamina E o óleo de damasco intensifica e prolonga a cor do cabelo, protegendo-o de ações nocivas e dos radicais livres. É preciso também estar sempre comprando produtos voltados para cabelos coloridos.

Moreno: Os cabelos escuros perdem o brilho rapidamente. O novo Lifetex Extra Rich, com o rico complexo reconstrutor e o extrato de amêndoas penetra profundamente na estrutura do cabelo danificado, reconstruindo-o de dentro para fora. Resultado instantâneo, cheio de brilho e vitalidade. Ideal para os cabelos escuros, pois devolve todo o brilho dos fios.

Segundo o hair stylist, não é correto pensar somente no tipo de cabelo na hora de escolher os shampoos e condicionadores. “A avaliação da cor dos fios, mesmo para cabelos que não são coloridos quimicamente, é tão importante quanto analisar se ele é fino ou grosso, liso ou cacheado. É preciso saber quais são os nutrientes que faltam a cada um, saber o que um tem de mais ou de menos. Para as pessoas que têm a possibilidade de ir a um dermatologista, ele poderá indicar certinho o que falta e o que tem sobrando. Depois de ter essas informações, um bom cabeleireiro pode indicar os melhores tratamentos e produtos”, diz Andrea Gomes.

fonte: www.waltercoiffeur.com.br
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